Nove lições de um minuto, um gráfico cada. No fim, os cinco ataques que a banca vai fazer — e o número que responde cada um. Quase tudo sai dos seus dois documentos; o que é recálculo meu está marcado como tal.
A Zetta entrega arte de rede social pronta, na identidade do negócio, por R$ 39/mês.
Custa R$ 0,19 de IA por cliente/mês no plano Pro. Ele se paga em até 6 meses em todo cenário de CAC testado.
Os sócios entram com R$ 150 mil. A rodada de R$ 350 mil acelera — não salva.
Não são três públicos: é o mesmo microempreendedor que faz a própria comunicação, crescendo. Por isso três planos cabem em um produto.
O plano fala em 99,5% porque só conta o custo de IA. Somando cartão e imposto — duas premissas minhas, ausentes do modelo — sobram 87%, ainda acima do topo do mercado de SaaS.
A frase“Nosso COGS é só IA. Com adquirência e imposto, o Pro fica em 87% e o consolidado entre 82% e 87% — e o benchmark de SaaS é 70 a 85%.”
Cinco cenários de CAC testados, de R$ 60 a R$ 500 — mais que o dobro do pior mês real. Nenhum passa da linha.
A frase“A métrica que eu defendo é o payback, não o LTV:CAC. Ele aguenta CAC de R$ 500.”
E o CAC usado é o real do orçamento, calculado sobre clientes já líquidos de churn — a leitura mais dura possível.
A frase“Esse CAC já desconta o churn. Dividir por menos clientes piora o número, e mesmo assim dá 13×.”
Sem mídia paga na largada. Comunidades, parcerias locais, prospecção direta e indicação — os quatro canais para os quais o plano projeta conversão, nenhum dependente de aprovação externa.
A frase“Sem CAC validado, mídia paga só amplifica um funil não testado. No mês 6 a gente decide, com dado na mão.”
E não volta atrás. Dentro da janela de 24 meses que vocês modelaram — não é promessa para depois do horizonte.
A frase“Break-even operacional no mês 19, dentro do modelo. Do mês 20 em diante o EBITDA só cresce.”
Tirei os R$ 350 mil do DRE e mantive toda a estrutura de custo — pró-labore, dois devs, os R$ 105 mil de marketing da fase 2. O caixa aperta e não fura.
A frase“Eu fecho com o capital dos sócios. Os R$ 350 mil compram velocidade, não sobrevivência.”
R$ 350 mil por 15%, captados no mês 12 — depois da tração, não antes. Os 15% de tecnologia pagam o bloqueio de lançamento do ataque 03.
A frase“Captamos depois de validar CAC e LTV com dado real do piloto, não antes.”
Entrada por mercado de teste restrito, não lançamento aberto: dez microempreendedores usando de verdade por 2–3 semanas, em troca de entrevista estruturada e autorização de case.
A frase“Não é lançamento aberto. É mercado de teste com dez, e o mês 6 troca hipótese por dado.”
A frase“Cruzei os dois documentos linha a linha antes de trazer. Pode conferir qualquer uma.”
A regra é sempre a mesma: concorde com a crítica e entregue o número que sobrevive a ela.
Procede — o COGS do modelo só tem custo de IA. Recalculado com gateway e Simples, a margem bruta sai da faixa de 97% para 82–87% conforme o mês, e o EBITDA do mês 24 cai de R$ 22 mil para R$ 14 mil.
É erro de horizonte, não de negócio: o investidor entra a 16× ARR no mês 12 e o modelo o avalia a 5× ARR no mês 24. Ninguém sai de um pré-seed no meio da curva.
Verdade, e assumida no plano: o limite de 5/10/20 artes ainda não está implementado. Está listado como bloqueio de lançamento e o plano diz que precisa acontecer antes de qualquer venda real.
São hipóteses, e o plano diz isso com todas as letras. O que blinda é o stress-test: a tese não depende de a premissa estar certa.
Concorde na hora: earned sustenta os primeiros 100–200 clientes e não escala sozinho. Está no plano como risco 2, com revisão marcada para o mês 6.
É a posição mais forte que um fundador pode ocupar numa sala de investidor — mas é leitura do recálculo da lição 06, não uma linha dos seus documentos. Confira o DRE antes de falar isso na banca.
Cada objetivo e cada foco de orientação da Aula 7 mapeado contra o que os seus dois documentos já entregam — com o número que prova e o que ainda falta. Um gap real apareceu: leia o foco 01.
Este é o gap. O modelo cobre 24 meses — está no piso da faixa que a aula pede, e o próprio break-even só acontece no mês 19. Sobram cinco meses de lucro dentro do horizonte modelado, o que é pouco para sustentar uma leitura de viabilidade.
Se perguntarem agora“Modelamos 24 meses linha a linha e projetamos o ano 3 por tendência. É no ano 3 que a curva de retorno aparece — no mês 24 a empresa ainda está no meio dela.”
Receita quebrada por plano e despesa em cinco linhas, escalonada em três fases. O ponto fraco é o COGS: só tem custo de IA. É a lição 01 e o ataque 01 do kit.
Se perguntarem agora“A receita está aberta por plano e a despesa em cinco linhas. Nosso COGS hoje só tem IA — com cartão e imposto a margem vai de 97% para a faixa de 82 a 87%.”
O plano já separa o que é hipótese do que é conta: churn, mix de planos e taxa de conversão por canal estão marcados como “a validar com o piloto”. O que está fechado é o custo de IA, recalculado de baixo para cima com o preço real do fal.ai.
Se perguntarem agora“Churn, mix e conversão são hipóteses declaradas, e o mês 6 existe pra trocá-las por dado. Mesmo com CAC de R$ 500 o payback fecha em 6 meses.”
O timing está justificado no próprio modelo: captação no mês 12, depois de seis meses de tração e da validação de CAC e LTV no mês 6. E, pelo recálculo da lição 06, o plano fecha mesmo sem a rodada.
Se perguntarem agora“Captamos no mês 12 porque só aí temos CAC e LTV reais. E o caixa fecha sem a rodada — ela compra velocidade, não sobrevivência.”
É exatamente a outra aba deste material: os oito números da cola, os cinco ataques com a resposta de cada um, e as frases prontas de cada lição.
Se perguntarem agora“Break-even no mês 19, payback do cliente em até 6 meses, LTV:CAC de 13× e caixa que nunca fica negativo.”
A seção “Entregáveis desta aula” não apareceu inteira na captura que você mandou. Me manda ela e eu fecho o checklist aqui, item por item, com o que já está pronto e o que falta.